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Posted Jun 18

“The true tantrik is always in a state of nonsuppression and enjoyment. The purpose of every moment of life is to experience ananda. Ananda is active enjoyment of everything that comes your way. … A tantrik has only those desires which the environment is ready, willing and in a position to satisfy. This is not because he denies any of his wishes or rationalizes them later, but because he has developed his capacity for attention and is intensely aware of where he is and what he is doing at every moment of time.”

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Posted Jun 18

O vazio, a natureza última do Dharmakaya, o Corpo Supremo, não é um simples nada. Possui intrinsecamente a faculdade de conhecer a natureza de todos os fenómenos. Esta faculdade é o aspecto luminoso ou cognitivo do Dharmakaya, cuja expressão é espontânea. O Dharmakaya não é o produto de causas e condições; é a natureza original da mente. Kyabje Dilgo Khyentse Rinpoche

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Posted Jun 18

2.2. “Haverá um tempo, bhikkhus, quando, cedo ou tarde, após um longo período, este mundo irá se contrair. Numa época de contração, os seres nascem principalmente no mundo de Abhassara.[8] E lá eles permanecem feitos de mentalidade,[9] alimentados pelo êxtase, [10] luminosos, movendo-se através do espaço, gloriosos – e assim eles permanecem por um longo tempo. 2.3. “Mas cedo ou tarde, depois de um longo período, o mundo começa novamente a se expandir. Nesse mundo em expansão aparece um palácio de Brahma vazio. [11] Então um ser, com a exaustão do seu tempo de vida ou dos seus méritos, [12] deixa o mundo de Abhassara e renasce no palácio de Brahma vazio. E lá ele permanece, feito de mentalidade, alimentado pelo êxtase, luminoso, movendo-se através do espaço, glorioso – e assim ele permanece por um longo tempo. 2.4. “Então, nesse ser que ficou só por tanto tempo, surge a inquietação, o descontentamento e a preocupação, ele pensa: ‘Oh, se pelo menos alguns outros seres aqui viessem!’ E outros seres, com a exaustão do seu tempo de vida ou dos seus méritos, deixam o mundo de Abhassara e renascem no palácio de Brahma como companheiros daquele ser. E lá eles permanecem, feitos de mentalidade ... e assim eles permanecem por um longo tempo. 2.5. “Depois, bhikkhus, aquele ser que primeiro ali surgiu pensa: ‘Eu sou Brahma, o Grande Brahma, o Conquistador, o Não-conquistado, Omnisciente, Todo Poderoso, Senhor, Deus e Criador, Soberano, Providência Divina, Pai de todos aqueles que são e serão. Esses seres foram criados por mim. Como assim? Porque eu primeiro pensei: “Oh, se pelo menos alguns outros seres aqui viessem!” Esse foi o meu desejo e assim esses seres foram aqui criados.’ E aqueles seres que ali renasceram também pensam: ‘Ele, amigos, é Brahma, o Grande Brahma, o Conquistador, o Não-conquistado, Omnisciente, Todo Poderoso, Senhor, Deus e Criador, Soberano, Providência Divina, Pai de todos aqueles que são e serão. Como assim? Nós vimos que ele estava aqui primeiro e que nós surgimos depois dele.’ 2.6. “E aquele ser que surgiu primeiro tem vida mais longa, é mais belo e mais poderoso do que os outros. E pode acontecer que algum daqueles seres deixe aquele mundo e renasça neste mundo. Tendo renascido neste mundo, ele deixa a vida em família e segue a vida santa. Tendo assim feito, através do ardor, esforço, devoção, diligência e atenção correta ele alcança uma tal concentração da mente que, quando a sua mente está concentrada, ele se recorda da sua última existência, mas não se recorda de nenhuma antes daquela. E ele pensa: ‘Aquele Brahma, ... ele nos fez, e ele é permanente, interminável, eterno, não sujeito à mudança e que irá durar tanto tempo quanto a eternidade. Mas nós que fomos criados por aquele Brahma, nós somos impermanentes, terminantes, transitórios, sujeitos à mudança, com a vida curta e nós viemos para este mundo.’ Brahmajala Sutta

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Posted Jun 17

"The temporary feelings of good and evil, love and hatred, that have been aroused by surroundings and changing external conditions, are only momentary reactions that have their cause in the defilement accumulated by the human mind. Behind the desires and worldly passions which the mind entertains, there abides, clear and undefiled, the fundamental and true essence of mind. Water is round in a round receptacle and square in a square one, but water itself has no particular shape. People often forget this fact. People see this good and that bad, they like this and dislike that, and they discriminate existence from non-existence; and then, being caught in these entanglements and becoming attached to them, they suffer." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 17

"Fundamentally, everyone has a pure clean mind, but it is usually covered by the defilement and dust of worldly desires which have arisen from one’s circumstances. This defiled mind is not of the essence of one’s nature: something has been added, like an intruder or even a guest in a home, but not its host. The moon is often hidden by clouds, but it is not moved by them and its purity remains untarnished. Therefore, people must not be deluded into thinking that this defiled mind is their own true mind. They must continually remind themselves of this fact by striving to awaken within themselves the pure and unchanging fundamental mind of Enlightenment. Being caught by a changing, defiled mind and being deluded by their own perverted ideas, they wander about in a world of delusion. The disturbances and defilements of the human mind are aroused by greed as well as by its reactions to the changing circumstances. The mind that is not disturbed by things as they occur, that remains pure and tranquil under all circumstances, is the true mind and should be the master. We cannot say that an inn disappears just because the guest is out of sight; neither can we say that the true self has disappeared when the defiled mind which has been aroused by the changing circumstances of life has disappeared. That which changes with changing conditions is not the true nature of mind." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"Buddha’s teaching leads us to non-duality, from the discriminating concept of two conflicting points of view. It is a mistake for people to seek a thing supposed to be good and right, and to flee from another supposed to be bad and evil. If people insist that all things are empty and transitory, it is just as great a mistake to insist that all things are real and do not change. If a person becomes attached to his ego-personality, it is a mistake because it cannot save him from dissatisfaction or suffering. If he believes there is no ego, it is also a mistake and it would be useless for him to practice the Way of Truth. If people assert that everything is suffering, it is also a mistake; if they assert that everything is happiness, that is a mistake, too. Buddha teaches the Middle Way transcending these prejudiced concepts, where duality merges into oneness." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"People cherish the distinction of purity and impurity; but in the nature of things, there is no such distinction, except as it rises from false and absurd images in their mind. In like manner people make a distinction between good and evil, but good and evil do not exist separately. Those who are following the path to Enlightenment recognize no such duality, and it leads them to neither praise the good and condemn the evil, nor despise the good and condone the evil." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"Este conceito da unidade universal - que as coisas, em sua natureza essencial, não possuem marcas distintas - é chamado de “Sunyata”. Por sunyata entende-se a não substancialidade, a não existência, algo que não tem natureza própria nem dualidade. Pelo fato de as coisas não possuírem, em si mesmas, nenhuma forma ou características, é que podemos dizer que as coisas não nascem nem se destroem. Nada existe na natureza essencial as coisas que possa ser descrito em termos de discriminação; eis porque as coisas são consideradas não substanciais. Como já foi mencionado, todas as coisas aparecem e desaparecem pelo concurso das causas e condições. Nada existe inteiramente só; tudo se interrelaciona. Onde há luz, há sombra; onde há extensão, há pequenez, onde há branco, há preto. Como estas oposições, a própria natureza das coisas não pode existir sozinha, eis porque as coisas são chamadas de não substanciais ou sunyata. Conclui-se, pois, que a Iluminação não pode existir à parte da ignorância, nem a ignorância, à parte da Iluminação. Se as coisas não se diferenciam em sua natureza essencial, como pode haver dualidade?" Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"A Iluminação não possui forma ou natureza definidas, com as quais ela pode se manifestar, porque na própria Iluminação não há nada a ser esclarecido. A Iluminação existe unicamente porque existem a ilusão e a ignorância, se elas desaparecerem, a Iluminação também desaparecerá. O oposto é verdadeiro, isto é, a ilusão e a ignorância existem porque existe a Iluminação; quando cessar a Iluminação, a ignorância e a delusão também cessarão. Portanto, não considerem a Iluminação como uma “coisa” a ser aferrada, a fim de que ela não se torne também um impecilho. Quando uma mente anuviada se ilumina, s trevas desaparecem e com elas a “coisa” a que chamamos Iluminação também deixa de existir. Se os homens desejam e se apegam à Iluminação, isto significa que eles ainda alimentam a delusão; aqueles, portanto, que estiverem trilhando o caminho da Iluminação não deverão a ela se apegar, e, uma vez alcançada a Iluminação, nela não mais deverão pensar. Quando se atingir, de fato, a Iluminação, poder-se-á ver que tudo encerra, em si mesmo, uma Iluminação; portanto, deve-se seguir o caminho da Iluminação até que se conclua que as paixões mundanas são, em si mesmas, Iluminação." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"Sabendo-se que as coisas nem existem e nem são não-existentes, lembrando-se da natureza onírica de tudo, deve-se evitar todo o orgulho pessoal ou a exaltação dos bons atos, ou ainda, ser apanhado e envolvido por toda e qualquer coisa mais. Para se evitar ser apanhado pela corrente dos desejos, deve-se aprender, desde o princípio, a não se aferrar às coisas, a fim de que não se acostume nem se apegue à elas. Não se deve apegar nem à existência nem à não-existência, nem a qualquer coisa interior ou exterior, nem às boas como às más coisas, nem ao certo nem ao errado. A vida de ilusão começará a partir do momento em que houver apego às coisas. Aquele que está seguindo o Nobre Caminho para a Iluminação não deve nutrir tristes recordações daquilo que passou, nem deve antegozar o futuro, deve, isto sim, com uma mente justa e tranquila, acolher aquilo que vier." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 16

"No universal processo da criação não há, inerentemente, distinções entre o processo da vida e o da extinção, mas os homens fazem uma distinção, chamando a um nascimento e a outro de morte. Paralelamente, não havendo nenhuma discriminação entre o certo e o errado nos atos, os homens fazem uma distinção, para atender a sua tola conveniência." Bukkyo Dendo Kyokai

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Posted Jun 15

"Living mindfully and with concentration, we see a deeper reality and are able to witness impermanence without fear, anger, or despair." Thich Nhat Hanh

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